sábado, 22 de outubro de 2016

De Boa na Cachoeira da Pedra Furada – SP

No rolê: Fepa e eu
(26/09/2016)

Localizada no município de Biritiba Mirim, quase na divisa com Mogi da Cruzes, a Cachoeira da Pedra Furada é um ótimo destino para fazer uma trilha considerava leve, muito bela e com custo baixo para quem reside na região metropolitana de São Paulo.

Pela segunda vez fomos pra essa cachoeira, agora numa segunda-feira nublada e com garoa em certo momentos. Alguns dizem tempo feio, mas em meio a mata da serra do mar fica muito loko o clima. A trilha tem pontos de lama, cruza-se rios que não dificulta muito, apenas deixa a trilha com um aspecto bacana pra quem gosta. Então, saiba, é bom levar roupas reservas pra troca, pois se sujar e molhar se faz necessário.

A trilha se inicia no km 80,5 da rodovia Mogi-Bertioga e tem uns 3 km de extensão. Uma trilha de boa, conta-se três bifurcações: duas pra direita e uma pra esquerda. A última bifurcação começa a perder altitude, tomar cuidado ao descer pra não escorregar. Existem diversos relatos muito bem detalhados de pessoas experientes que fizeram, mas qualquer coisa que souber posso ajudar. Fizemos em 50 minutos numa boa, na intenção de aproveitar cada momento na mata e ao chegar na cachoeira foi euforia!

Pra chegar até o início da trilha, descemos na estação de trem estudantes e fomos em direção ao terminal estudantes, embarcamos no busão Manoel Ferreira (R$3,80) e descemos na Balança (Km 77 da Mogi Bertioga), compramos algumas coisas no bar/mercearia que tem por lá. Da balança andamos até o km 80,5 pela via, é bom ter cuidado pois não se tem acostamento em todo trajeto, então sempre atenção ao andar pela rodovia. A trilha se inicia à esquerda!

Lembrando sempre que devemos visar o menor impacto possível ao fazer o rolê, questão de lixo tem nem o que falar, tem que levar na sua mochila, não deixe por lá.
Mapas dessa trilha tem disponível na internet.

É nois!

Dicas gerais para prática de trilhas na natureza:
https://pedenatureza.blogspot.com/2019/01/dicas-gerais-para-pratica-de-trilhas-na.html



Fotos de celular:






quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Subindo até a Pedra Grande de Atibaia - SP

Pedra Grande de Atibaia - SP
09/2016

7h00 estávamos nós (Fepa e eu) no terminal rodoviário do tietê para mais uma investida, pra mais um role e dessa vez o destino: Pedra Grande de Atibaia.
 Numa quinta-feira em que a previsão prometia um tempo favorável para a subida, andávamos em meio aos corpos apressados para mais uma dia na dinâmica sp. Sempre atentos nos passos pra não perdermos o rumo e nem o espírito da aventura que nos esperava.

7h30 embarcamos no ônibus sentido a rodoviária de Atibaia (R$19,00) e em pouco mais de uma hora já estávamos em Atibaia. Fomos reforçar a alimentação na praça ao lado da rodoviária. Caldo de cana, salgados e pastel. Pronto! Até então tudo ok, perguntamos sobre o ônibus ‘Águas Espraiadas’ que nos deixaria no ponto do condomínio Flamboyant. O ponto fica ao lado da rodoviária, bem nessa praça que estávamos, porém a informações eram incertas, principalmente acerca do intervalo de horário. O fato é que esperamos mais de uma hora e nada. Então como opção surgiu... moto-táxi! Uma mulher que estava no ponto que apontou a ideia de moto táxi após perguntarmos sobre o horário do ônibus que não vinha. Ao conversar no posto de moto táxi, vimos que a corrida até o condomínio era de R$7,00.

Foi papo de no máximo 15 minutos e estávamos no condomínio e fomos em direção da pista de pouso que mais à frente fica a portaria do condomínio Arco Iris. A entrada é gratuita e o segurança nos informou o caminho até o inicio da trilha: duas pra esquerda e duas direita. No caminho dentro do condomínio já se ganha altitude e o inicio da trilha se dá depois de uma garita desativada. Após esse ponto mais à frente tivemos três opções de trilha. De acordo com os relatos que lemos e que nos ajudou muito, a trilha da direita é trilha mais difícil e  a da esquerda e do meio são mais acessíveis, e e fizemos a da esquerda sendo que algumas vezes as trilhas se cruzam. 

De agora em diante é subidona boa, pra quem não tem costume é bom preparar o físico e psicológico pra essa empreitada que apesar de uma maior dificuldade à pé, vale muito a pena.
Percebemos apenas uma bifurcação que se caso entrarem nela como fizemos, verás que se perde altitude e a trilha fica mais fechada, percebemos isso e voltamos, já que a característica de trilha fechada é a da direita, então ao invés de continuar subindo tínhamos pegado essa trilha bem no cruzamento delas, mas tranquilo voltamos e continuamos a subida. Lembrando que a trilha é sempre exposta ao sol e algumas vezes se faz necessário subir numas pedras.

Após umas 2 horas chegamos no topo da subida, mas não era na Pedra ainda, mas víamos ela à nossa direita. Então seguimos pela trilha perdendo um pouco de altitude pra depois ganhar novamente já na parte final pra chegar na pedra. Acredito que fizemos todo o trajeto em 02h30.

A Pedra é enorme e tem uma visão muito foda, realmente de tirar o fôlego não só pelo desgaste da subida, mas pelo momento em si.
Após a apreciação, alimentação, descanso, fotos.... na descida fizemos em menos da metade do tempo que na subida. Já era fim de tarde, o sol se retirava aos poucos e a paisagem sempre bela.

Chamamos as motos novamente e as 19h00 já estávamos na rodoviária comprando a passagem de volta pras 21h30 e fomos prum boteco ali perto. Finalizando mais um rolê suave conversando sobre viagens com o pessoal do bar.

Dicas gerais para prática de trilhas na natureza:

















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