sábado, 18 de outubro de 2014

Um dia na Cachoeira do Monjolo

Depois de quase 2 anos voltei a cachoeira do Monjolo em Juquitiba, passei o dia lá e foi legal.

Como Cheguei: 
No Metro Capão Redondo (linha lilás) peguei o buso 001 Pq Paraíso (integração gratuita no metro), desci no Valo Velho e peguei o buso 030 Juquitiba-Barnabé e desci entre o Km 315 e 316 da Regis, em frente a Estrada do Brito.
Segui a Estrada do Brito até a Estrada do Monjolo, a entrada pra cachoeira do Monjolo encontra-se na estrada do Monjolo mesmo, depois de aprox. 1 hora de caminhada peguei uma trilha à direita entre uma bifurcação.
Preço do busão pra Juquitiba: R$ 2,90.

No role:

Quanto tempo temos antes de voltarem aquelas ondas, talvez águas pérfidas, onde a eloquência se fez presente, do passado presente e do futuro presente. Do que foi escrito pelo mesmo lábio e do que foi falado pela mesma mão, não estava tudo bem ainda não está, mas um role pela natureza faz aliviar. Esse texto se continuasse aparentaria ter um viés entristecedor, mas é ao contrario, e já finalizo com Thoreau! “Considero saudável ficar só a maior parte do tempo. Estar em companhia, mesmo com a melhor delas, logo se torna enfadonho e dispersivo. Gosto de ficar sozinho. Nunca encontrei companhia que fosse tão companheira como a solidão. Na maioria das vezes somos mais solitários quando circulamos entres as pessoas do que quando permanecemos em nosso quarto...”



O link da primeira vez que fui:

Até +

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Walden - Henry David Thoreau - documentário




Sinopse:
Walden; ou, A Vida nos Bosques é uma autobiografia do afamado escritor transcendentalista Henry David Thoreau. 
A obra contém tanto uma declaração de independência pessoal, uma experiência social e uma viagem de descoberta espiritual, como também um manual para a autossuficiência.

Publicado em 1854, Walden é um manifesto poético contra a civilização industrial, que então ganhava força nos Estados Unidos. Perante a intensificação da complexidade da vida social estadunidense, derivada do crescimento exponencial da industrialização e urbanização, Thoreau, insatisfeito com o modo de vida na sociedade e procurando eliminar o desperdício e a ilusão deste, propõe o retorno ao simples.

Assim sendo, inspirado pela filosofia do Confucionismo, em 1845 retira-se para a floresta, onde constrói pelas suas mãos os seus móveis e a sua própria casa, local onde começa a viver apenas com o mínimo necessário à sobrevivência e em intenso contato com a natureza. Porém, vive isolado da sociedade não como ermitão por objectivo, pelo que recebia visitas e também as fazia, mas sim com o propósito de obter uma maior compreensão da sociedade e de descobrir as verdadeiras necessidades essenciais da vida. Através da sua própria experiência que durou dois anos, Thoreau tanto pôde confirmar que uma vida simples e humilde é viável em termos financeiros, como também descobrir uma nova visão quase mística do Homem: em pleno contato com a natureza e com os livros.

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